quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Datas Comemorativas

Semana da Pátria
7 de Setembro

HOMENAGEM

Brasil varonil
   Teu grito se fez ouvir
Naquele momento solene
   Deixava tuas algemas
Liberdade almejava
   Era tudo o que queria

Somos povos destemidos
  Não aceitamos derrotas
Aquele brado de vitória
   Tinha que ser ouvido
O Brasil silenciou
   Quando ouviu teu gemido
Agora estamos livres
   De um sistema Colonial
Chega... Basta...
Independência vai ter
  Mesmo que para isso
Vamos todos morrer.

Coragem é a palavra
   Decidimos enfrentar
A monarquia que governava
   E nos fazia prisioneiros
Dentro de nosso lar
   Seremos livres...
Ouçam todos
   Não aceitaremos
Vamos reagir
   Pois somos Brasileiros
Donos da nossa terra

Salve a nossa Terra
  Salve nossa Nação
Lutaremos com dignidade
  Pelos nossos irmãos
Deixaremos na História
   Um ato de bravura
Foi no dia sete de Setembro
   Que o Brasil tornou-se
Independente...
    Na memória desta Nação
Estamos livres...
   Libertos...
Proclamemos em alta voz
Brasil...
  Meu Brasil
Agora és Livre

Autora: Léia Costa

COMENTÁRIOS: É de grande importância ensinarmos a nossas crianças a importância e o significado da Indepêndencia do Brasil, por isso nos dias antecedentes ao 7 de Setembro foi realizado pelos professores do CEMSA diversos momentos civicos dentro a CRECHE.

FOTOS DAS COMEMORAÇÕES DA SEMANA DA PÁTRIA
















sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Reuniões

Assembléia Ordinária

Criação do Caixa Escolar Centro Educacional "Semente do Amanhã"

Definindo: Unidade Executora (Caixa Escolar) é uma sociedade civil com personalidade jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, que pode ser instituida por iniciativa da escola, da comunidade ou de ambas. Uma das principais atribuições da Unidade Executora é a administração de recursos vindos de orgãos federais, estaduais, distritais e municipais. 
Para criação do Caixa Escolar do CEMAS, foi lançado convite aos pais de alunos, funcionários e a comunidade, para que em Assembléia fosse votado os membros da Unidade Executora. Ficando constiuída da seguinte forma:

DIRETORIA
Presidente: 
Eziaura Macedo
Vice-presidente:
Adriene Morais
Tesoureira:
Simony Oliveira
Tesoureira Suplente:
Márcia Silva
Secretária:
Janielly Nara
Secretária Suplente:
María de Fátima

CONSELHO FISCAL:
Marcos Paulo
Roberta Clea
Mercia Cristiane
Najara Carla
Katiuscia Kaline
Antonia Regina

Fotos da Reunião

  

 
 


 

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Literatura Infantil



"QUANDO A LEITURA SE TORNA UMA BRINCADEIRA"

Edmir Perrotti

"O país preocupa-se em alfabetizar a população e, no entanto, não tem feito o mesmo esforço para que os cidadãos brasileiros sejam leitores". A frase é de Edmir Perrotti, professor colaborador sênior da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo na disciplina Políticas Públicas em Comunicação e Leitura. Ele também leciona no curso de pós-graduação em Infoeducação: acesso e apropriação de informação na contemporaneidade. Graduado em Letras, com mestrado e doutorado em Ciências da Comunicação, Perrotti conta que foi inspirado a seguir esse caminho pelas obras de Monteiro Lobato. "Quando me caiu nas mãos, por razões absolutamente aleatórias, o Sítio do Picapau Amarelo e encontrei a Emília, foi paixão à primeira vista", relembra de forma bem-humorada. E enfatiza: "Para mim, o mundo das ideias, da imaginação e da criação estava escolhido para sempre". Leitura é a grande bandeira de Edmir Perrotti e, em nome dessa causa, o professor fez importantes contribuições para a literatura, como o desenvolvimento de mais de 100 bibliotecas, a criação da Estação Memória - onde idosos, crianças e jovens trocam experiências e histórias de vida - e o trabalho de crítica literária. Além disso, é autor e editor de algumas publicações. Leia a seguir os principais trechos da entrevista concedida por ele à Pátio Educação Infantil. Cristiane Marangon
Em que consiste o conceito de "confinamento cultural da infância"?

Em um antigo trabalho, procurei indicar as mudanças que aconteceram na infância dos brasileiros nas décadas de 1960 e 1970. Com o crescimento da urbanização e os automóveis ocupando as ruas das cidades, as crianças perderam espaços onde tradicionalmente brincavam - ruas, praças e quintais. Essa situação, aliada ao ingresso da mulher no mercado de trabalho, contribuiu para que os pequenos fossem levados para instituições escolares. No entanto, a escola não oferecia (e ainda não oferece) a mesma possibilidade de experiências. Nos momentos lúdicos na rua, eles desfrutavam de autonomia, ao contrário do ambiente escolar, que conta com um educador em constante supervisão do grupo. Os repertórios culturais foram estreitando-se e, para isso, adotei a expressão "confinamento cultural da infância", que explorei no livro Confinamento cultural, infância e leitura, publicado em 1990.


O que essa expressão tem a ver com literatura?

Na década de 1970, aconteceu uma explosão de consumo por livros infanto-juvenis no país. Comecei a pesquisar a razão desse movimento. Os adultos estavam subtraindo tempo e espaço de brincadeira das crianças e, no lugar disso, oferecendo livros. Era o mundo da historicidade substituindo a experiência direta e concreta. Isso era preocupante, porque tanto as crianças mereciam experiências reais quanto a literatura merecia um destino melhor. O que aponto como grande problema dessa transição é passar de um modo de viver para um outro sem oferecer alternativa para que se preserve o que havia de bom, que era a autonomia, a iniciativa, o contato com a adversidade por meio das brincadeiras nas ruas, nas praças e nos quintais.


Qual é o melhor destino para a literatura?

A literatura é um espaço de liberdade, imaginação e aventuras. Nesse sentido, não pode ser instrumentalizada para uma finalidade de ensino, como, por exemplo, uma narrativa que tem como objetivo ensinar padrões éticos e morais. Essa preocupação em ser útil para a criança tirou a essência, o sentimento lúdico que é necessário à vida, já que, para viver, é preciso reprimir ou deixar adormecidos desejos e fantasias. A arte tem o papel de humanizar, fazer uma reconciliação com esse universo de sombras, desconhecidos, ameaças e perigos tão comuns durante a jornada infantil. A literatura permite vivenciar e superar medos, aflições e outras emoções pelos super-heróis e pelas fadas. O objetivo é fazer com que esse o mundo interior de cada um, que é tão real e verdadeiro, dialogue com a arte, mais especificamente com a literatura. Daí a importância de ler em todas as fases, não somente na infância.


A partir de qual idade é recomendado
ouvir histórias?


De preferência, escutar histórias desde o ventre materno. As gestantes que alisam a barriga e lembram de narrativas, palavras, canções, que conversam com seus bebês, mesmo em silêncio, transmitem tranquilidade ao pequeno ser. Quando nascerem, esses bebês terão uma relação especial com a arte de diferentes maneiras. As pesquisas comprovam que as crianças que ouvem músicas tranquilas e sons ricos apresentam desenvolvimento diferenciado das que não têm acesso ao mesmo repertório. Isso ocorre porque a linguagem é o elemento que nos produz como seres humanos. O acolhimento da criança pressupõe palavra, narrativa, literatura e arte. Contar histórias é uma arte, é fantástico e tem de ser cultivado desde muito cedo.


Há hierarquia entre contar e ler?

Em uma história contada tendo o livro como suporte ou em uma contação sem a intermediação dele, é importante estar envolvido com a história e o contexto. Mais do que isso, é necessário que o narrador escute, preste atenção em seus ouvintes. Afinal, não é só o contador que desempenha esse papel. Cada criança tem sua própria história, seu modo de interpretá-la e, portanto, pode querer comentar ou fazer uma nova versão. É muito importante a narração para os pequenos, mas é preciso despolarizar essa ação e permitir que eles contem histórias para nós, adultos, e para seus colegas. Saber ouvir é uma arte fundamental.


Como é possível planejar esse tipo
de trabalho na escola?


O professor é um profissional e, por isso, tem de dar conta desse tipo de trabalho. O ser humano está perdendo a experiência em narrar. Cada vez temos menos tempo de conversar com as pessoas. A gente informa as coisas e não conversa e, por isso, vamos perdendo a capacidade de narrar e de escutar. Quando o professor lê uma história para a sua turma, ele precisa interpretar atos, e isso demanda conhecimento. É essencial também saber escolher o texto, a sua extensão, e avaliar se motivará o grupo. Enfim, esta é uma ação pedagógica e artística que requer atuação e performance. O professor tem de aprender a fazer e, para isso, precisa planejar-se e entregar-se a essa arte.


Como o professor dá conta disso?

Existe um Projeto de Lei (PLC 324/09) que prevê que, no máximo em 10 anos, toda instituição de ensino do país, pública ou privada, tenha uma biblioteca escolar [o projeto foi aprovado em abril, após a realização da entrevista]. No entanto, sabemos que não é por decreto que as coisas vão acontecer. O professor está em uma situação difícil, porque é cobrado cada vez mais por uma postura pedagógica favorável a essas atitudes na escola. Por outro lado, sabemos que ele não teve um bom modelo de educação quando aluno, sua formação é extremamente precária e ele ainda não conseguiu incorporar essas questões indispensáveis. O professor está em uma situação na qual se vê sem as principais ferramentas, tendo de dar conta de um trabalho que não oferece a ele mesmo, nos contextos profissionais, elementos para compensar essa necessidade. Por isso, penso que todo educador deveria ter um "vale-cultura", como um desses cartões utilizados por trabalhadores na hora de almoçar. É fundamental que ele esteja a par do que acontece no circuito da literatura, especificamente da sua profissão. Se ele não vai à livraria e não sabe quais são os lançamentos, como é que vai se apropriar dessa cultura? Como vai ser um mediador adequado? Como contar uma história? Sem essas competências, os alunos terão mediadores pobres. A escola de hoje alfabetiza, mas não colabora para que as pessoas tornem-se leitoras. Tanto isso é verdade que muitos universitários que ingressam nas melhores faculdades não têm experiência nenhuma de literatura.


Quais são os erros mais comuns
nas bibliotecas escolares?


Às vezes, a escola nem tem um espaço destinado à leitura e, quando tem, geralmente é pouco agradável, nem um pouco atraente, além de mal-utilizado, mal-explorado e malconcebido. De outro lado, a escolha de acervo é feita aleatoriamente, pois via de regra é o mercado quem define as escolhas. A escola não tem referenciais para avaliar a produção, porque não há crítica de literatura infantil como havia nas décadas de 1960 e 1970. Não todo livro que ideal para as crianças. Os livros escolhidos são pobres, desprovidos de diversidade e pluralidade. Um erro muito comum é quando as instituições propõem-se a educar em detrimento da arte. Um acervo para crianças de 2 anos, por exemplo, não deve ter apenas livros que ensinem a fazer alguma coisa, como escovar os dentes, tomar banho e não agredir o colega. Não tenho nada contra esse tipo de literatura, mas não se pode matar o espírito de liberdade, de aventura, enfim, de experiências que sequer conseguimos nomear. O compromisso com o ensinar não pode matar a aprendizagem e o interesse. O lugar de leitura na escola tem de ser rico, plural, diverso; deve contar com variados formatos de livros, com publicações indicadas para a idade e para além dela e com diversas línguas, se possível.


Como promover essa mudança?

Estamos engatinhando. Na Universidade de São Paulo (USP), criamos a disciplina Políticas Públicas em Comunicação e Leitura, que é a que eu leciono. É importante que a garotada que vem aí comece a pensar nesse tema. É preciso que as pessoas comecem a se apropriar dos diferentes modos de utilização da linguagem escrita para não nos empobrecer. Com isso, não estou dizendo que todos devem tornar-se escritores, ou que devemos nos apaixonar pela escrita criativa, mas é fundamental poder experimentar isso. Entendo que educação é um ato de florescimento. O professor educa para que cada um possa florescer com o que tenha de melhor. A formação de leitores é algo que deve ser apoiado, e não feito aleatoriamente. Outra boa ação que posso compartilhar - para, quem sabe, inspirar - é a experiência de construção de uma rede para o terceiro setor. Os educadores tinham de elaborar um projeto de leitura com suas turmas que englobasse os pais dos alunos nesse processo. Cada um inventou sua estratégia. Por exemplo, para a mãe que chegava sempre 15 minutos antes de buscar o filho, foi adotada a estratégia de que ela lesse nesse meio-tempo. Isso é criar mecanismos de inclusão de leitura não só na escola, mas também fora dela, o que é essencial.


Qual é a sua opinião sobre os livros-brinquedo?

Os livros-brinquedo podem ser publicações de literatura, com histórias, ou ser apenas brinquedos. Essa distinção é importante porque os livros que apenas emprestam o formato de uma publicação, mas cujo objetivo é a brincadeira, como a manipulação, por exemplo, não despertarão nos pequenos a vontade de ler, já que eles têm uma história para ser lida. Acho o máximo o livro-brinquedo, porém ele não é o mesmo que um livro de texto. A mesma recomendação vale para os livros de imagens. Eles podem ajudar na internalização de escrituras narrativas, ou seja, uma história pode ser contada com ajuda das imagens, mas esse tipo de leitor não passa a ser automaticamente um leitor de texto escrito.


Como as novas mídias relacionam-se com a leitura?

A internet é feita de histórias. Além dos textos, existem os hipertextos. Ela é um veículo privilegiado. Quando falamos de leitura hoje, não me parece mais possível deixar de pensar nisso. Um dia, a leitura foi ligada ao manuscrito, foi também impressa e agora é digital. Entendo que a comunicação manuscrita tem o seu lugar, assim como a impressa e, agora, a eletrônica. Cada uma tem as suas especificidades e possibilidades. Fiz um trabalho com idosos sobre filmes. Pedi para que eles dissessem quais seus filmes inesquecíveis. Ao mesmo tempo, pedi que crianças e adolescentes fizessem o mesmo indicando os deles. Eles trocaram informações por um blog. A internet permite contar histórias e mandar esses textos para outras pessoas. Se o professor souber usar, é um mundo de colaboração que se abre.

DICAS

Dedoches
Fonte


Idade: 1 a 5 anos
Descrição: Por meio dos dedoches para colocar nos dedos, é possível recontar (com o uso da voz e de animação) a história de chapeuzinho vermelho que costuma encantar a criança
Personagens: A mãe, a avó, o lobo e o caçador.
Material: os dedoches, com 10 cm de altura são feitos de tecido ou de tricô, com restos de lã colorida.
Uso: Tambem podem ser montados kits com personagens de outras histórias.

AQUI AS CRIANÇAS PARTICIPAM DE ATIVIDADES COMO A HORA DO CONTO, ENSINANDO-AS O PRAZER DA LEITURA DESDE CEDO









 O LÚDICO: "Um espaço de liberdade, imaginação e aventuras".
 (BRINCADEIRAS DE RODA, JOGOS DE ENCAIXE E MÚSICAS)




FONTE: PÁTIO EDUCAÇÃO INFANTIL, NÚMERO 24/2010

datas comemorativas


Parabéns atrasado,

DIA DO NUTRICIONISTA (31 de agosto)

fonte
Nutricionista não se apaixona... alimenta sentimentos.
Nutricionista não faz exercício... queima calorias.
Nutricionista não bebe... lesa as células hepáticas.
Nutricionista não come doce... ingere CHO de alto índice glicêmico.
Nutricionista não lava louça... higieniza utensílios.
Nutricionista não faz comida... ensina a comer.
Nutricionista não come kani... ingere peixe sabor sirí.
Nutricionista não tem dor de estômago... tem desconforto gástrico.
Nutricionista não toma remédio... utiliza farmacos.
Nutricionista não tem desejos absurdos na gravidez... tem picamalácia.
Nutricionista não tem IMC normal... é eutrófica.
Nutricionista não é universitária... é profissional em treinamento!

(Autor Desconhecido)

Feliz Dia das Nutricionistas! 

 Um Parabéns especial a Nutricionista Egna!



 



terça-feira, 30 de agosto de 2011

Datas Comemorativas

DIA DO SOLDADO - 25 agosto

O dia do Soldado é comemorado nesta data (25 de agosto) em homenagem ao Patrono do Exército Brasileiro, Luís Alves de Lima e Silva, nascido em 25 de agosto de 1803. Aos 20 anos Duque de Caxias (como era mais conhecido), já era capitão do Exercíto Brasileiro e participou de confrontos externos e internos. Em comemoração a esse dia aconteceram eventos internos com todas as nossas crianças da creche.
Mural do dia do soldado

Professoras Katiuscia e Fátima com suas turmas

Márcia e Socorro com as suas turmas






professor faz literatura

AFINAL O QUE É SER PROFESSOR?
http://historiofobia.blogspot.com/2011/02/professores-do-ensino-superior-publico.html


Para ser professor, 
fizeram-me acreditar
que precisaria de muito pouco, 
talvezs quase nada.
Ser alguém esperto, 
ter imaginação, 
usar da criatividade, 
ler alguns livros, 
responder o que for preciso, 
saber utilizar a palavra, 
ouvir quando necessário, 
calar em momentos determinados, 
cantar só quando for convidade, 
não sorrir de coisas bobas, 
chamar a atenção par amanter a disciplina, 
cumprir o conteúdo, 
planejar o trivial.
Com o passar do tempo, 
descobri que fui enganado pelo didático.
Na caminhada da profissão, 
tudo o que pensei ter aprendido
não passou de ilusão.
Lidar com gente não é fácil não.
Além de teorias e métodos revolucionários, 
é preciso mais do que saber.
Ensinar não é passar instrução
para a criança aprender.
Professor tem que ser
ator, cantor, mágico, 
palhaço, artista, malabarista, 
um pouco de mãe
e às vezes ter jeito pai.
Tem que expor emoção, 
pôr sentimento no que faz, 
mexer com o coração, 
ter paciência e compreensão.
Pois ser professor, na verdade, 
é ser gente que constrói
não só personalidade.
Constribui na formação do caráter, 
gua nos caminhos da aprendizagem, 
auxilia na formação do cidadão
Ser professor
é mais que uma profissão.
Alessandra Regina Braga Veloso
Pedagoga, atuando como
professora de educação infantil
no Distrito Federal

Fonte: revista CRIANÇA do professor de educação infantil
 ed 45, Dezembro 2008, pag 27

segunda-feira, 29 de agosto de 2011


Dia do Professor de Educação Física


Atividades esportivas e o Discóbolo – símbolo dos esportes
As atividades esportivas fazem bem para o homem, pois através delas é possível obter equilíbrio físico e emocional. Além disso, são formas de envolver jovens e crianças, afastando-os das drogas e da promiscuidade.
Para se praticar esportes é necessário que um profissional da área da educação física faça uma orientação e avaliação, de acordo com as capacidades de cada um, dos limites que o corpo de cada pessoa pode suportar e vencer.
A comemoração do dia do professor de educação física acontece no dia 1º de setembro, em razão de a profissão ter sido regulamentada através da lei federal de número 9.696/98 e publicada na mesma data.
A ideia da data surgiu na comemoração de São Cosme e São Damião, pois nesse dia os professores de educação física organizavam brincadeiras para divertir a garotada, entregando-lhes várias guloseimas e doces.
Quatrocentos e cinquenta anos antes de Cristo, o grego Miron criou o símbolo das práticas esportivas, o Discóbolo, um arremessador de disco; o que comprova que os esportes existiam desde os tempos mais antigos.
No Brasil, historicamente falando, consideram que desde o período da colonização a educação física era praticada em nossas terras.
Os índios corriam atrás de suas caças, nadavam, atiravam arco e flecha e dançavam, jogavam peteca, lutavam entre si e brincavam de corrida dos troncos. Já os negros africanos, que vieram como escravos para o Brasil, dançavam a capoeira e faziam as lutas corporais, aprendidas através da observação dos animais em seu país de origem.
Mas somente em 1851, através da lei nº 630, que a ginástica foi incluída nos currículos das escolas primárias e secundárias, onde eram praticadas quatro vezes por semana.
Na década de oitenta, após o período da ditadura militar, a prática de esportes passou a ser vista de forma mais ampla, formando-se os primeiros grupos profissionais. Para isso, eram necessárias empresas que patrocinassem os atletas e a manutenção dos times e equipes. Foram os primeiros passos para iniciar as formações esportivas de qualidade no país, de onde colhemos os frutos plantados por longos anos, obtendo grandes conquistas para o país em campeonatos mundiais.
O campo de trabalho dos profissionais de educação física cresceu bastante nos últimos anos, deixaram de ser apenas professores de escolas ou academias, estendendo seu campo de atuação.
Hoje trabalham como “personal trainers”, desenvolvem programas de emagrecimento para crianças e adultos, organizam trabalhos de acréscimo muscular, que são muito valorizados em razão da população cultuar o aspecto físico, estar mais vaidosa, buscando um corpo belo, cheio de formas e músculos aparentes.
Os professores de educação física são responsáveis por observar um aluno durante a prática de exercícios físicos, os orientam a fazer alongamentos para aquecer a musculatura e evitar que se machuquem, corrige a postura durante a realização dos exercícios, confere os batimentos cardíacos dos atletas, verifica a respiração e o cansaço dos mesmos, não permitindo que ultrapassem seus limites.
O melhor para esses profissionais é trabalhar com o aspecto lúdico, ajudando as pessoas a liberarem suas tensões e se tornarem mais felizes.
Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola